Rio registra concessão de 14000 medidas protetivas a mulheres em três meses

Ainda assim, dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que, no ano passado, 12% das vítimas de feminicídio no estado contavam com o benefício

Por Da Redação 20 mar 2026, 07h08
Mulher mostra palma da mão com letra xis em vermelho
Violência contra a mulher: Vítimas podem pedir o endurecimento de restrições para ampliar a própria proteção, incluindo a colocação de tornozeleira eletrônica no agressor e botão de pânico à disposição (./Divulgação)
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Mais de 14000 medidas protetivas foram concedidas a mulheres que sofrem com violência, muitas vezes por parte de ex-companheiros, em menos de três meses no estado do Rio.

Elas podem determinar o afastamento do agressor do lar, a proibição de aproximação ou contato com a vítima, entre outras providências que garantam a sua segurança  dela, que pode, inclusive, pedir o endurecimento dessas restrições para ampliar a própria proteção – o que inclui a colocação de tornozeleira eletrônica no agressor e botão de pânico à disposição.

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Ainda assim, dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que, no ano passado, 12% das vítimas de feminicídio no estado tinham medidas protetivas em vigor. 

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