Preta Gil cogitou suicídio assistido, revela Gominho

Durante o programa Sem Censura, com Cissa Guimarães, o apresentados relembrou o período em que morou com a amiga nos Estados Unidos

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 dez 2025, 16h52
Sem censura: Gominho revelou no programa que amiga Preta Gil considerou morte assistida antes de iniciar tratamento experimental em Nova Iorque.
Sem censura: Gominho revelou no programa que amiga Preta Gil considerou morte assistida antes de iniciar tratamento experimental em Nova Iorque. (Alice Venturi/Divulgação; @tvbrasil/Instagram)
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Em entrevista ao Sem Censura, da TV Brasil, que foi ao ar nesta terça (10), Gominho relembrou os dias que passou com a amiga Preta Gil (1974-2025) nos Estados Unidos.

Na conversa com Cissa Guimarães, o apresentador descreveu a despedida entre os dois e a maneira como cantora enfrentou o avanço da doença. A artista teria se questionado sobre qual escolha tomar entre a realização de uma morte assistida ou a busca por um novo tratamento no estrangeiro.

“Ela falou: ‘eu não sei se eu faço, se eu paro tudo ou se eu faço o suicídio assistido’. Eu disse: ‘amiga, bora gastar esse dinheiro. Se tem a tentativa lá, vamos embora para Nova Iorque, sim.’ E ela foi”, revelou Gominho.

De acordo Gominho, Preta se recolheu após receber a avaliação da equipe médica sobre a impossibilidade de continuidade do tratamento. Ele contou que a intérprete passou a falar menos e ficar cada vez mais exausta.

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“Ela segurou minha mão e me olhou. No olhar dela já estava tudo dito”, afirmou, ao recordar o encontro antes de retornar ao Brasil.

Durante a piora repentina após uma interrupção no tratamento, Preta apresentou uma fragilidade marcada pela dificuldade em manter forças. Diante do sofrimento crescente, a própria cantora parecia ter entendido que já não havia mais possibilidade de reversão.

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“Ela estava se entregando. Era como se dissesse, sem falar: ‘Eu sei’”, contou.

O apresentador evitou dar atualizações diretas à mãe da cantora, Sandra Gadelha, que acompanhava tudo com certa distância e temia reviver outra perda na família.

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“Ela dizia que não acreditava que passaria por isso de novo”, afirmou, lembrando que a mãe de Preta já havia enfrentado a morte do filho Pedro, em 1990.

Para ele, lidar com as expectativas da família enquanto presenciava a piora da amiga foi uma das partes mais difíceis. “Eu não sabia o que dizer. Não conseguia dar notícias. Era muito duro ver a Preta daquele jeito”, confessou.

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