Brincar de carrinho está virando coisa do passado. Entre os destaques da 3ª edição do Drift Rio, está Natan Gomes da Anunciação, de apenas 15 anos, atualmente o mais jovem piloto brasileiro da categoria. “Trata-se de um esporte, e tem gente de todas as idades”, diz Alamyr de Andrade, CEO do evento criado em 2024 e já no calendário oficial da cidade.+ Ligando o nome à pessoa: livro dá rosto a nobres que batizam ruas do Rio+ Sente a maresia: 2 milhões de pessoas consomem cigarros eletrônicos no RioSerá nos dias 15 e 16 de novembro, no entorno do Centro Aquático Maria Lenk, uma área de 29 000 metros quadrados, com exposição de carros antigos, tirolesa, globo da morte, apresentação de bandas e espaço de alimentação no Parque Olímpico. Além da apresentação em si, em veículos comuns adaptados com modificações no câmbio, na suspensão, na estrutura e no motor, pois precisam de muita potência. “É um show, não uma competição. Os pilotos vêm mostrar seus talentos”, explica Andrade, que espera receber 10 000 pessoas por dia.+ Camerata e orquestra de câmera: as crias da Orquestra Forte de Copacabana+ Para receber VEJA RIO em casa, clique aquiA história do drift remonta aos anos 1970, no Japão, onde pilotos como Kunimitsu Takahashi começaram a usar derrapagens controladas nas montanhas para otimizar tempos em curvas fechadas. A prática foi elevada a esporte e arte por Keiichi Tsuchiya, o Drift King, que a popularizou com o vídeo Pluspy nos anos 1980. Só mais recentemente chegou por aqui, decolando de forma acelerada: “O Rio estava carente de eventos automobilísticos”, frisa ele.