Pizza, lanche, sushi e marmita. De acordo com uma pesquisa do Instituto Locomotiva em parceria com a 99Food, estes são os pratos mais consumidos pelos cariocas quando eles recorrem ao delivery. Além disso, as pessoas associam os pedidos à comodidade e à praticidade, usam o serviço com mais frequência no jantar e em casa e também procuram soluções para o almoço e o ambiente de trabalho. Mas 87% consideram que pedir pelos aplicativos ainda é caro.Os dados ajudam a entender a oportunidade que a 99Food enxergou no mercado brasileiro. A ideia é mudar o jogo a partir de um novo modelo que traz benefícios para todos: preços mais acessíveis para consumidores, novas opções de negócio para restaurantes e mais oportunidades de ganho para entregadores. No caso dos restaurantes, a proposta inclui possibilidades de parceria que melhor se adequam a cada modelo de negócios dos estabelecimentos. A proposta cria um caminho para que os estabelecimentos ampliem o alcance da marca e avancem sobre novas oportunidades de lucro.A tecnologia entra como um pilar importante nesse processo. A plataforma conecta os pedidos aos entregadores mais próximos, conta com mapas proprietários baseados em rotas de moto que sugerem trajetos otimizados e traz mais precisão na estimativa de tempo de preparo dos pratos pelos restaurantes, reduzindo o período de espera dos entregadores pelo pedido. O resultado? Eficiência e comodidade para todos os envolvidos.Resultados rápidosEm Goiânia (GO), a primeira cidade onde a 99Food começou a operar, os resultados desse modelo apareceram rapidamente: de acordo com dados do restaurante Izu, por exemplo, o estabelecimento dobrou o número de pedidos de delivery já no primeiro mês de parceria.A chegada da plataforma também gerou um aumento de 40% no faturamento proveniente das entregas, das quais a 99Food responde por 65%. Atualmente, a plataforma representa 50% do faturamento total do restaurante. Não à toa, a 99Food chegou com a proposta de revolucionar o mercado de delivery no Brasil. Proposta bem-vistaPesquisa realizada com os consumidores cariocas confirma: há espaço para mudança no mercado do delivery