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Roubo de celular cresce 27% na cidade em 2025

Levantamento do Instituto de Segurança Pública (ISP) mostra avanço nas ocorrências e aponta as áreas mais afetadas entre janeiro e setembro

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
27 out 2025, 13h19
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Roubo de celular: dados do ISP mostram alta de roubos de celular em 2025 no Rio de Janeiro (Redação/Veja Rio)
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Companheiro cada vez mais inseparável na rotina de moradores das grandes cidades, o celular virou um dos principais alvos de criminosos. Segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), os índices de roubos de aparelhos dispararam no Rio de Janeiro em 2025. Pesquisas mostram que, entre janeiro e setembro, a capital registrou 13 429 ocorrências, um aumento de 27,3% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram contabilizados 10.551 casos. No estado, os registros subiram de 15.756 para 19.780, uma alta de 25,5%.

O recorte por  Circunscrições Integradas de Segurança Pública ( Cisps), que reúnem áreas de atuação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar — revela onde o risco é maior.

A Cisp 18, por exemplo, área correspondente ao bairros do Maracanã, Praça da Bandeira e partes da Tijuca, na Zona Norte, lidera o ranking da capital, com 832 roubos — em média, três casos por dia. Na sequência aparece a Cisp 32, na Zona Sudoeste, com 656 registros, abrangendo Anil, Cidade de Deus, Curicica, Gardênia Azul, Jacarepaguá e Taquara.

Em terceiro lugar está a Cisp 5, que cobre parte do Centro, a Lapa e Paquetá, somando 648 ocorrências. Logo depois vem a Cisp 27 (com 620 registros) — área que inclui Colégio, Irajá, Vicente de Carvalho, Vila Kosmos, Penha e Vista Alegre. Fechando o top cinco, a Cisp 29 reúne Cavalcanti, Engenheiro Leal, Madureira, Turiaçu, Vaz Lobo e partes de Oswaldo Cruz, Cascadura e Quintino Bocaiúva, com 593 casos.

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Quando o recorte se amplia para a Região Metropolitana, o destaque vai para a Cisp 59, que cobre o Centro de Duque de Caxias, com 999 roubos acumulados no ano. A Cisp 64 (São João de Meriti, Coelho da Rocha e São Matheus) ocupa a terceira posição geral, com 773 registros.

O horário também pesa nas estatísticas. Segundo o painel do ISP, o pico de ocorrências ocorre às 19h de quarta-feira. De modo geral, o intervalo mais crítico vai das 19h às 21h, de segunda a sexta-feira — período em que há maior movimento nas ruas, com pessoas voltando do trabalho, estudando ou trocando de transporte.

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Por municípios, o Rio de Janeiro concentra 67,89% de todos os roubos de celular do estado: são 13.429 casos, média de 49 por dia. Na sequência aparecem Duque de Caxias (1.498), Nova Iguaçu (1.457), São João de Meriti (773) e Belford Roxo (591).

O levantamento do ISP confirma o que o carioca sente no dia a dia: áreas de grande circulação, corredores de transporte e polos de lazer seguem como alvo preferencial dos assaltantes. Para quem precisa estar conectado, vale redobrar a atenção durante os deslocamentos — sobretudo no fim do dia e em pontos de aglomeração no Centro, Zona Norte e Zona Sudoeste.

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