Avatar do usuário logado
Usuário
OLÁ, Usuário
Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br

American bully mata yorkshire em condomínio na Zona Oeste

Ataque aconteceu em área reservada aos pets de prédio em Campo Grande; tutor do cãozinho registrou ocorrência

Por Da Redação
29 ago 2025, 12h02 •
yorkshire-cuscuz
Ataque: câmeras flagraram o momento em que o yorkshire Cuscuz é atacado (Redes sociais/Reprodução)
Continua após publicidade
  • Nesta quinta (21), por volta das 9h, ele desceu de seu prédio em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, levando seu cachorro, o yorkshire Cuscuz, para brincar na área pet do condomínio Bossa Nova, como costumava fazer. Poucos minutos depois, o animal foi atacado por um cachorro da raça american bully, que estava solto, sem guia nem focinheira, como determina a legislação municipal. ““Em uma só bocada ele matou o Cuscuz. Do nada, meu cachorro virou carne moída. Aconteceu com o meu cachorro, mas poderia ter acontecido com uma criança”, disse, emocionado, o tutor à Rádio Tupi.

    + Projeto Aruanã: informações sobre tartarugas em ritmo acelerado no Rio

    A cena foi filmada por câmeras de segurança do prédio. É possível ver o american bully entrando em disparada no espaço e atacando diretamente a cabeça do yorkshire. O cão agressor era acompanhado apenas por uma idosa, Ingrid Padrão, sogra da tutora do cão, que não conseguiu reagir ao ataque.

    Segundo o jornal O Globo, moradores do condomínio relataram à polícia que o american bully já havia circulado em outras ocasiões sem focinheira e sem coleira, e chegou a morder uma funcionária. No momento do ataque, testemunhas afirmaram ainda que a tutora do animal estava distraída mexendo no celular, sem perceber quando o cachorro avançou sobre o yorkshire.

    + Para receber VEJA RIO em casa, clique aqui

    Continua após a publicidade

    O caso foi registrado na 35ª DP (Campo Grande), que está ouvindo testemunhas e vai analisar as imagens das câmeras de segurança para definir as medidas cabíveis. O secretário municipal de Proteção e Defesa dos Animais, Luiz Ramos Filho, acompanha a apuração e reforçou a necessidade de responsabilidade dos tutores. “Infelizmente, esses casos de ataques de cães agressivos sem focinheira vêm se repetindo. Eu faço um apelo para que os tutores tenham responsabilidade e não saiam com cães agressivos sem a focinheira, a coleira e a guia. Não se pode botar em risco a vida de pessoas nem de animais”, disse ele ao jornal.

    O que diz a lei sobre cães considerados agressivos

    Devem usar focinheira em áreas públicas ou coletivas
    É obrigatório o uso de coleira e guia
    O tutor responde por negligência em caso de ataque
    O descumprimento pode resultar em multas e responsabilização criminal

    Publicidade
    TAGS:

    Essa é uma matéria fechada para assinantes.
    Se você já é assinante clique aqui para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

    Domine o fato. Confie na fonte.
    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas
    Impressa + Digital no App
    Impressa + Digital
    Impressa + Digital no App

    Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique.

    Assinando Veja você recebe semanalmente Veja Rio* e tem acesso ilimitado ao site e às edições digitais nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.
    *Assinantes da cidade do RJ

    A partir de R$ 29,90/mês